Café em Código
Sobre

Tecnologia é conversa de gente.

A gente construiu a mesa pra isso. Senta que a gente te conta de onde isso vem.

Manifesto

Te disseram que tecnologia é pra quem decora linguagem de programação, domina framework e nunca erra em público.

Mentira.

A parte técnica, a IA já faz quase tudo — e vai fazer mais. O que ela não faz: liderar um time, ter a ideia certa na conversa errada, sustentar uma decisão difícil, fazer alguém acreditar que é capaz de continuar.

Isso é gente. E gente é a parte que ninguém te ensina.

O mundo tech transformou tecnologia num clube fechado: quem domina entra, quem não domina se cala. Premiou quem decora e esqueceu quem pensa. Confundiu competência com pertencimento — e deixou muita gente boa de fora. Não por falta de talento. Por falta de espaço.

A Café em Código existe pra desfazer isso.

Aqui tecnologia não é palco, é mesa. Não tem quem manda e quem assiste. Tem gente — sênior e iniciante, quem programa há dez anos e quem abriu o terminal ontem — no mesmo nível, com um café na mão, falando do que importa de verdade: as pessoas por trás do código.

A gente discute carreira sem fórmula mágica. Soft skill sem clichê de RH. IA sem pânico e sem fanatismo. Diversidade como ela é de verdade — pluralidade de gente e de saberes, vivida no dia a dia, não pregada no palco. E a parte técnica também, porque entender a máquina é o que te deixa no comando dela.

Porque a verdade que ninguém quer dizer é essa: quanto mais a máquina aprende, mais o seu lado humano vale.

Tecnologia não tem gênero. Tem talentos. E todo talento cabe nessa mesa.

Isso não é mais um perfil de tech descontraído. É um lugar pra pertencer — onde ninguém entra pra caber no molde; entra pra mudar o resultado.

Puxa uma cadeira.

Por que a gente existe
Por quê

Ninguém deveria ficar de fora da tecnologia por não caber no molde de sempre. O que faz alguém crescer, liderar e pertencer não é só o que sabe de técnica — é o que é capaz de fazer com e pelas pessoas. E isso só vira realidade quando tecnologia deixa de ser um clube e vira uma mesa aberta.

Como

Reunimos uma comunidade e produzimos conteúdo que trata tecnologia como conversa de gente: sem hierarquia, sem jargão excludente, com humor e verdade. Damos palco a quem tem o que dizer — plural por consequência, não por discurso. E unimos as duas metades que o mercado separou: a técnica, que te deixa no comando da máquina, e a humana, que a máquina não substitui.

O quê

Conteúdo (podcast em formato curto, vídeos, redes), comunidade ativa e presença em eventos e palestras — e, no horizonte, formação técnica e de soft skills. Tudo sobre o lado humano da tecnologia na era da IA: carreira, liderança, relações, diversidade e a técnica que mantém você no controle.

Valores

Cinco coisas que a gente não abre mão.

01

Pessoas acima de ferramentas

A tecnologia muda toda semana — framework, linguagem, o modelo de IA da vez. Gente, não. Máquina é meio; pessoa é fim.

02

A mesa é de todos

Ninguém precisa de senha pra entrar. Se tem vontade de aprender e algo pra trocar, puxa uma cadeira. A diferença não é tolerada — é o que faz a conta fechar.

03

Verdade acima de vitrine

Mostramos o erro, o bastidor e a dúvida — não só o troféu. Num feed cheio de gente “de sucesso”, ser real é o ato mais raro.

04

Crescer junto

Conhecimento não é posse, é roda. Quem sabe ensina, quem chegou pergunta, e semana que vem inverte.

05

Liderança é responsabilidade, não cargo

Liderar é abrir porta e passar o microfone. Na era da IA, o líder não é quem mais entende de máquina — é quem resolve problemas através das pessoas.

Cilene Danta falando ao microfone em um evento da Café em Código
Quem somos

Quem puxou a primeira cadeira

A Café em Código nasceu de uma dupla: uma metade que entende de gente, outra que entende de máquina. Café e código — os dois no nome porque os dois importam igual.

A metade “café”

Conexão, conversa, o lado humano. Quem puxou a primeira cadeira e abriu a mesa.

A metade “código”

Técnica e profundidade. Quem garante que a conversa tenha lastro de verdade.

Talento não tem molde. E a sua cadeira tá aqui.